Professora de Blumenau envia vídeo pedindo ajuda para ensinar ferramentas do Google aos docentes

A professora de informática Sandra Taís, da escola Professora Nemésia Margarida de Blumenau-SC, pede ajuda para ensinar ferramentas do Google e aplicativos interessantes para os professores. Quem manja tudo disso e pode ir lá dar uma aula para os mestres? É só se inscrever aqui: queronaescola.com.br/professor/escola/221656/

 

Professora de Blumenau pede ajuda para ensinar ferramentas do Google aos docentes from Quero na Escola on Vimeo.

Aluna que gosta de escrever é atendida com oficina de Escrita Criativa em Itapevi

Gabrielly Pinheiro Guedes, de 16 anos, gosta de escrever, pretende fazer faculdade de História e pediu uma oficina de Escrita Criativa no Quero na Escola. Na última terça-feira (23), Alessandra Corá, pedagoga e editora de texto, foi até a Escola Estadual Professora Maria Soares, em Itapevi, na Grande São Paulo.

“Ela começou lendo um livro, fez algumas perguntas e pediu para a gente fazer um desenho, criar um personagem, contar os detalhes dele. Depois a gente passava o personagem para os amigos completarem a história. Eu fiz esse pedido, porque gosto muito de redação. Acho que sou uma pessoa criativa, mas me ajudou muito essa dinâmica, nunca tinha feito isso de continuar uma história que não era minha”, contou a estudante, que está no 3º ano do Ensino Médio.

Alessandra realizou quatro oficinas, em 4 salas diferente, atendendo cerca de 140 alunos. “Participar de um baita projeto, daqueles que você pensa que pode fazer diferença. Devolver ao mundo o que aprendi. Isso é o que o Quero na Escola faz! Vale a pena doar parte do seu tempo para contribuir com a educação pública!”, escreveu a voluntária em seu Facebook. Alessandra também trabalha com formação de professores na área de leitura e linguagem e participa de um grupo de escrita focado no público infanto juvenil.

Gabrielly faz parte do Grêmio de sua escola e conta que sempre tenta fazer atividades diferentes, mas que sem o pedido no Quero na Escola, dificilmente teria conseguido levar uma profissional para dentro da sala de aula. “Todo dia vejo gente reclamando da escola, que é tudo sempre igual. Eu tento fazer algo diferente no recreio, alguma atividade, mas não posso levar uma pessoa de fora para dar uma palestra. Quando conheci o Quero na Escola, achei demais e fiz um montão de pedidos lá. Não conheço muito quem criou isso, mas não tenho nem palavras para definir, quem quer ajudar a escola pública está fazendo algo muito bonito.”

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Quero na Escola faz um ano com milhares de motivos para comemorar

Completamos um ano! No dia 24 de agosto do ano passado foi lançado o primeiro site do Quero na Escola, com a intenção de provocar os estudantes a pedirem algo além do currículo e dar um mapa de oportunidades a quem quer participar da educação pública. São muitos os motivos para festejar neste aniversário:

  • Recebemos pedidos de 247 alunos, de 60 escolas em 24 cidades e 8 estados
  • 211 pessoas se cadastraram para ajudar
  • Já foram realizadas atividades em 15 escolas de 11 cidades em 4 estados diferentes
  • Os eventos promovidos em escolas públicas envolveram 1724 pessoas: 1616 alunos, 44 voluntários e 67 educadores
  • 3,3 mil pessoas participam da nossa página no Facebook (e algumas também no Instagram e Twitter) e promovem a partir dali a conexão entre os pedidos dos estudantes e pessoas que podem ajudar

A gente fez tudo que gostaria? Não! Nossa intenção era ter registrado pedidos em 100 escolas a esta altura. Não chegamos a tanto porque contávamos com uma nova versão do site para meados do primeiro semestre e houve um atraso de meses. Mas desde julho estamos com ela no ar e prontos para aumentar a participação nas escolas públicas.

Neste aniversário, queremos agradecer aos estudantes e educadores que nos inspiram, aos voluntários responsáveis por todos os nossos resultados, às 359 pessoas que apoiaram nosso crowdfunding de 2015 que financiou o Quero na Escola por um semestre, ao Instituto Unibanco, nosso primeiro apoiador, e à Fundação SM, parceira da ação especial para o professor.

A nossa festa é no cotidiano da escola pública! Estão todos convidados: www.queronaescola.com.br

 

Olimpíadas mostram adolescentes com determinação e muito o que dizer

 

Quem nunca ouviu frases como “os adolescentes de hoje são desinteressados”, “eles não sabem o que querem”, ou coisas parecidas? Os Jogos Olímpicos do Rio 2016 demonstraram o oposto: temos atletas ainda adolescentes que são modelo de força de vontade e perseverança. Eles são exemplos de que os jovens podem contribuir de forma positiva para a construção da nossa sociedade.

A ginasta Flávia Saraiva (na foto acima), com 16 anos, conquistou a todos com seu jeito alegre e carismático. Para além da doçura, ela demostrou força até nos momentos difíceis: ela chegou a cair durante uma apresentação nas barras assimétricas, mas voltou e terminou a prova sem se deixar abalar. E mesmo com a pouca idade, se destacou nos Jogos terminando na 5a. colocação na disputa da barra de equilíbrio.

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A integrante mais nova da delegação brasileira, Bruna Takahashi mal completou 16 anos e foi representar ao país no tênis de mesa. Ela é super dedicada aos treinos já disse em entrevistas que pretende sair do país para ter acesso a melhores oportunidades no esporte – mas que só vai fazer isso depois que terminar o ensino médio.

Modalidade preferida no Quero na Escola

Mesmo para quem não pretende ir às Olimpíadas, a prática de esportes ensina lições que podem ser levadas para a vida toda, como a superação e companheirismo. Aqui no Quero na Escola a mais pedida até hoje tem sido uma modalidade que não é olímpica, mas tem a cara do Brasil: capoeira. Quem puder ajudar com uma aula demonstrativa ou aulas regulares, basta se cadastrar em uma das escolas daqui.

Em um escola em Várzea Grande, Mato Grosso, um grupo de capoeiristas já fez uma apresentação depois do pedido de um dos alunos.

Juventude também ganhou voz na abertura da Rio 2016

Quem brilhou na cerimônia de abertura foi MC Soffia, de apenas 12 anos. Ao se apresentar em um evento transmitido para milhões de pessoas em todo o mundo, Soffia de certa forma deu voz e visibilidade a todas as crianças negras de periferia do Brasil. Assista aqui um vídeo de bastidores de MC Soffia e Karol Conka.  

Discussões sobre o racismo são outro tema pedido com bastante frequência no Quero na Escola. Atualmente temos pedidos de palestras ainda esperando por voluntários em Cascavel (PR) e no Rio de Janeiro (RJ).  

Fotos lindas, mesmo com celular

Com o celular sempre à mão, fica fácil registrar os mais variados momentos, de festas de casamento, encontro de amigos, a uma paisagem urbana inesperada. Para que esses registros tenham qualidade, separamos algumas dicas de como tirar fotos lindas com um smartphone.

1. Escolha locais bem iluminados

A palavra fotografia significa escrita da luz. Esse elemento é, portanto, essencial em qualquer foto. Nos celulares, o flash e outros elementos que podem compensar a falta de luz ainda deixam a desejar. Então, sempre que possível, prefira fotos de dia e ao ar livre – até as selfies ficam mais legais!

 

2. Experimente a luminosidade indireta do amanhecer e entardecer

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A luz mais indireta e amarelada dessas horas do dia dá um toque ainda mais especial.

 

3. Aproxime-se do que deseja retratar

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As câmeras dos celulares estão melhores a cada dia, mas assim como o flash, o recurso do zoom não é costumar ser tão bom. Para ter melhor resolução, dê uns passos a frente e chegue perto.

 

4. Prefira fundos simples

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Para destacar um objeto, ou mesmo uma pessoa, escolha um fundo neutro. Elementos demais na imagem acabam distraindo nosso olhar do que realmente importa.

 

5. Descentralize

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Já ouviu falar da “Regra dos Terços”? Divida a imagem em três e tente deixar o ponto mais interessante da imagem em um dos terços laterais – nunca no meio. O “ponto de interesse” pode ser o monumento, a árvore, a pessoa andando na rua, ou os olhos de quem está sendo retratado, por exemplo.

 

5. Busque ângulos diferentes

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Mais do que questões técnicas, uma imagem fica especial quando o fotógrafo consegue um enquadramento diferente do comum. Não tenha medo de experimentar novos olhares: vire o celular, deite-se no chão, suba num banquinho, etc.

 

Por fim, tire várias fotos e escolha a melhor – alguém pode ter piscado bem na hora. Para não ficar sem espaço, basta apague o resto depois de separar sua eleita.

Você é estudante de escola pública e quer aprender mais sobre fotografia? Faça seu pedido por uma oficina aqui!

Você sabe muito sobre o tema e pode passar um pouco de seu conhecimento para jovens de escolas públicas? Veja onde há pedidos e seja um voluntário!

Uma conversa na escola sobre Feminismo

A primeira aula da última segunda-feira (15) foi diferente para uma turma de alunos do ensino médio da Escola Estadual Myrthes Theresinha Assad Villela, em Barueri, na Grande São Paulo. Eles começaram o dia com uma palestra e um debate sobre Feminismo, tema solicitado por uma aluna no Quero na Escola.

A advogada Gabriela Ponte Machado se voluntariou para conversar com os alunos e chegou às 7h da manhã para o bate-papo com os estudantes. “Foi muito legal, superou minhas expectativas. No começo eles estavam meio tímidos, mas aos poucos fui abrindo para perguntas e rolou um megadebate, sobre vários temas, aborto, violência doméstica. Achei os estudantes bem informados, várias meninas superengajadas, conscientes, com bom nível de argumentação. Foi muito bom!”, resumiu a advogada.

WhatsApp Image 2016-08-15 at 14.30.26Gabriela estudou em seu mestrado uma disciplina sobre Jurisprudência na Suprema Corte dos Estados Unidos, e como as decisões dos juízes levaram em conta questões feministas. “Sou muito interessada no tema, leio e pesquiso a respeito”, disse.

Gabriela iniciou sua fala mostrando duas frases, “Bela, recada e do lar”, da revista Veja, usada para definir Marcela Temer, esposa do presidente em exercício,  Michel Temer, e outra de um artigo do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, “O feminismo do século 21 é a ideia de que quando todos são iguais, nós somos mais livres”.

“Comentei sobre este artigo do Obama, no qual ele fala sobre suas filhas e sobre como ele tinha mudado o pensamento dele ao longo dos anos, contei sobre o surgimento do feminismo, disse que o movimento tem muitas vertentes, cada uma com suas particularidades. Abordei também as dificuldades que as mulheres enfrentam no mercado de trabalho, a luta da menina paquistanesa Malala, pela inclusão das mulheres na educação, e sobre o feminismo negro. Deixei claro que eu, enquanto mulher branca, loira, de olho azul, não posso falar com propriedade, mas que estava ali contando para eles que existe esse movimento. Uma aluna se identificou e falou sobre questões que as mulheres negras enfrentam”.

WhatsApp Image 2016-08-15 at 14.30.23A aluna que fez o pedido, Letícia Fernandes, de 17 anos, aprovou a discussão. “Os alunos participaram bastante. Fiz esse pedido, porque tem muito homem que acha que feminismo significa que a mulher quer se colocar acima dos homens e não é isso, é uma questão de igualdade, como o Obama falou”, relatou.

Para a Letícia, se não fosse o pedido no Quero na Escola, dificilmente um debate envolvendo alunos de várias turmas diferentes teria acontecido. “A gente teria debatido na aula de Sociologia, mas não assim como todo mundo envolvido. O projeto é muito bonito, espero que mais gente conheça e participe”, disse a estudante.

A professora de Sociologia Tatiane Constâncio da Cruz, que acompanhou a atividade, concorda que a interação entre as turmas foi um ponto positivo. “Eu gostei bastante, mas os alunos gostaram mais ainda, ficaram muito empolgados. Achei interessante quando ela falou sobre o Obama e sobre o mercado de trabalho e que ela, como advogada, tem que enfrentar um universo profissional predominantemente masculino”, apontou a professora.

Cerca de 50 alunos participaram da atividade. A escola e a voluntária pretendem repetir a dose para atender mais estudantes interessados.

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Foi a 1ª vez que fiz trabalho voluntário. E foi maravilhoso, diz contador de história

Estudante de Letras, Paulo Henrique Oliveira se prepara para ser professor, mas confessa que se sentiu nervoso antes de  enfrentar pela primeira vez uma sala de aula. E foram logo duas: o 6º e o 7º ano do período vespertino da José Cândido de Souza, na Pompeia, em São Paulo. Ele foi contar uma história na sexta-feira, dia  12. 

Também foi a primeira vez que fez algum tipo de trabalho voluntário. No final, a apreensão e o nervosismo deram lugar a um sentimento de completude. “Foi maravilhoso, um momento em que consegui ser eu mesmo”, disse o voluntário.

Ele apresentou aos alunos o livro Ponto de Vista, de Ana Maria Machado, com ilustrações de Ziraldo. “A história se passa no Rio e é sobre a amizade de dois meninos. O texto de Ana Maria é ótimo e, na sala de leitura, pude ir mostrando as ilustrações do Ziraldo, que são lindas”, contou Paulo Henrique.

Na mesma escola, há um pedido que ainda não foi atendido: Acrobacias em Tecido. E há muito mais em escolas de várias cidades do Brasil. Veja aqui como você também pode ajudar.

Gargalhadas, leveza e conexão em aula de meditação em escola pública

Fim de tarde de sexta-feira e 14 alunos de Ensino Médio que tiveram aula de manhã voltaram para a escola estadual Myrthes Theresinha Assad Villela, em Barueri, porque quiseram ter mais uma aula. Outros 10 estudantes do período da tarde conseguiram dispensa para se juntar ao grupo que se divertiu muito em uma aula de meditação solicitada por uma das estudantes pelo Quero na Escola.

A atividade começou com uma roda de apresentações que incluía nome, idade, se já meditou, signo e um super poder. A primeira a falar queria voar, outra queria se teletransportar, uma queria saber tudo e vários escolheram “ser invisível”.

Atividade começou com conceito de presença
Atividade começou com conceito de presença

A psicóloga Stefanny Bauman, que se voluntariou para atender ao pedido da estudante Letícia Fernandes, de 17 anos, disse que tinha o super poder da presença e partiu daí sua fala sobre meditação. “Quem já se sentiu como se só o corpo estivesse ali, mas a cabeça está em outro lugar?” A identificação foi absoluta e a descontração também.

Em seguida, a terapeuta fez um jogo de concentração com toda a turma em que era preciso prestar atenção se seria a sua vez e o que dizer em uma ordem simples: 1, 2, 3, 4, 5, 6, Seven up. No começo, pouca gente acertou, mas em alguns minutos estavam todos “presentes” na brincadeira e no final ninguém mais errava.

Stefanny mostrou slides com os tipos de meditação e técnicas e falou dos benefícios físicos, mentais e dos mitos também. Depois, fez uma meditação guiada com a turma. Camila Oliveira de Toledo, uma das que queriam ser invisíveis, diz que sentiu como se, em vez dela, os outros estivessem de olhos fechados. “Foi incrível, vou fazer mais vezes com certeza.”

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Stefanny, Letícia e Kelly: voluntária, aluna que pediu e coordenadora pedagógica

A autora do pedido diz que a sensação foi de leveza. “Eu acho que a gente parece se conectar com algumas coisas que estão confusas e se concentrar na gente”, resumiu.

A coordenadora pedagógica Kelly Cunha Lopes, observou que o conteúdo pode se conectar às necessidades dos adolescentes, especialmente para se contrapor ao estresse da aproximação do vestibular e para dar dicas de como recuperar a calma e a concentração. “Eu acho que também é importante pra eles ser uma coisa que os próprios alunos pediram, eu não imaginava que os alunos da manhã voltariam, queimei minha língua”, comentou bem humorada.

Ao final, os estudantes fizeram uma carta de agradecimento a Stefanny e trocaram contatos. “Eu tenho um projeto de trabalhar com escola pública eu acho que é onde a gente pode fazer uma diferença e estou em êxtase. Realizei um sonho”, finalizou a voluntária.

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Como manter uma horta

Jardinagem e Horta têm sido pedidos com frequência por alunos de várias escolas no Quero na Escola. Isso mostra que estão alinhados com uma tendência mundial: cada dia mais moradores de grandes cidades, seja São Paulo ou Nova York, vem se dedicando eles mesmos a cultivar a terra. No caso das hortas, além de ser uma atividade prazerosa, traz a oportunidade de melhorar a alimentação.

Para quem deseja cuidar de plantas mas ainda não tem experiência, há muito o que se aprender. Aqui no Brasil, a Embrapa (ela é um braço do Ministério da Agricultura) têm uma série de publicações, destinadas tanto a aperfeiçoar o trabalho de quem já é profissional, como ajudar os iniciantes. Foi pensando nesse segundo público que, em 2012, a Embrapa lançou um manual para Hortas em Pequenos Espaços, que pode ser baixado gratuitamente.

Abaixo, algumas dicas de como cuidar de uma pequena horta:

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Não existe um volume ou frequência pré-determinados para regar a horta. No inverno, por exemplo, as plantas absorvem menos água; mudas e plantas jovens costumam precisar de regas mais frequentes. O importante é observar e regar de forma a deixar a terra úmida, mas sem nunca encharcar o solo – com muita água, as raízes não conseguem absorver bem os nutrientes.

Outro cuidado importante: quem planta hortaliças que são consumidas cruas tem que ficar atento à qualidade da água usada, pois ela precisa estar livre de contaminações.

  1. Luz

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A luminosidade é um dos fatores ambientais mais importantes para o sucesso de uma horta. Na hora de escolher o que plantar, é preciso saber quanto tempo de luz do sol o local recebe. Para algumas produções, como cebola e alho, é preciso de luz durante 10 ou 12 horas por dia. Verduras folhosas, pimentas e pimentões devem receber cerca de 5 horas de luz por dia. E há culturas, como tomate e quiabo, que se adaptam em ambas as condições.

  1. Solo

Para ser considerado fértil, um solo tem que ser capaz de reter água e ser permeável, assim como apresentar alguns minerais. Ainda que a terra disponível não seja das melhores, é possível deixá-la mais fértil por meio de adubos. Fezes de animais ou restos de vegetais são ótimos adubos do tipo biológico, mas antes de usá-los na horta, eles precisam passar por um processo de curtimento. Outra possibilidade são os abudos químicos, que contém os minerais necessários para o crescimento das plantas. Em hortas, os mais comuns são “4-14-8” e o “4-30-16”.

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  1. Época de plantio

Cada espécie depende de uma certa condição climática para crescer bem. Assim, o plantio tem que levar em conta a região geográfica e a época do ano. Beterraba, por exemplo, dá bem entre abril e junho; a berinjela entre agosto e fevereiro – assim o cultivo pode ser intercalado. Algumas plantas, contudo, produzem bem o ano inteiro, como no caso do alecrim, manjericão e rúcula. No manual da Embrapa, há uma tabela completa na página 35.

Manter uma horta requer atenção e cuidados constantes, mas certamente o resultado compensa o esforço. Gostou das dicas ou tem alguma dúvida? Deixe um comentário para nós.

Se você já tem experiência em cuidar de plantas, aproveite para clicar aqui e ver se há pedidos de alunos da rede pública na sua cidade.