Confira nosso relatório de atividades 2020-2021

Embora a pandemia de Covid-19 ainda não tenha acabado, a fase mais difícil da crise sanitária parece ter passado. Aproveitamos este momento para produzir um relatório de atividades do último biênio, com os resultados do que fizemos em 2020 e 2021.

Como todo o mundo, o Quero na Escola também sentiu os efeitos do luto, do medo e das escolas fechadas em seus programas principais. Tivemos de adaptar o que fazíamos e não foi pouco. Criamos novos projetos especialmente baseados nas necessidades durante a quarentena e nos efeitos do isolamento. Mudamos bastante e mantivemos a missão: criar caminhos para que a sociedade possa participar efetivamente da educação a partir de demandas reais de estudantes e professores.

Agradecemos a cada pessoa que, mesmo com o distanciamento físico, esteve junto neste período de algum modo.

Chegou a vez dos professores se inscreverem na Restaura Natureza

Está aberta a Segunda Fase da Restaura Natureza – Olimpíada Brasileira de Restauração de Ecossistemas, competição colaborativa escolar do WWF-Brasil organizada pela Quero na Escola, alinhada à Década da ONU da Restauração de Ecossistemas (2021-2030) 

A partir desta segunda-feira, 21 de fevereiro, a 1ª Olimpíada Brasileira de Restauração de Ecossistemas – Restaura Natureza, está aberta a professores. Nas últimas semanas, estudantes começaram a testar seus conhecimentos em nove assuntos relacionados ao tema. Agora, os professores devem se cadastrar para validar os cadastros dos alunos que, com isso, poderão seguir na competição.

A Primeira Fase da Restaura Natureza consiste em testes online que acumulam pontos. Estudantes de 7º, 8º e 9º ano do Ensino Fundamental, devidamente validados por um professor ou professora da escola, poderão reunir estes pontos em grupos de até 5 alunos e passar a fase final, em que deverão fazer uma ação de Restauração de Ecossistemas em seus contextos e territórios. Haverá vencedores segundo critérios da Comissão Julgadora e Votação Popular.

A Restaura Natureza também ganhou um embaixador famoso: Chico Bento, da Turma da Mônica vai convidar os jovens a participar. Em uma parceria entre WWF-Brasil e Maurício de Souza Produções, o carismático personagem irá divulgar a Restaura Natureza em materiais ricamente ilustrados como tirinhas e cartilhas. “Chico Bento representa a harmonia entre as pessoas e a natureza, por isso reforça o apoio a esse importante projeto educacional. Suas histórias já trazem uma mensagem de cuidados com o meio ambiente e agora vão avançar para o tema da restauração”, diz Mônica Sousa, diretora-executiva da Maurício de Souza Produções. 

A olimpíada foi construída para ser lúdica e educativa. Foram consideradas as demandas da comunidade escolar e a expectativa é de que projetos surjam em diferentes biomas e usando estratégias diversas como tecnologia, política, comunicação e técnicas de restauração de ecossistemas.

No site, os estudantes encontram 20 planos de ação para inspirá-los a colocar a “mão na terra” e agir positivamente em questões urgentes como crise climática.

Os professores logados encontrarão uma forma de convidar seus estudantes a participarem. O contrário também é válido: os alunos podem chamar professores para se inscreverem como orientadores. A primeira fase, de acumulo de pontos online vai até 16 de março. Participem!

Quero na Escola lança com WWF-Brasil a primeira edição da Restaura Natureza

Olimpíada Brasileira de Ecossistemas será competição colaborativa estudantil e começa nesta sexta


Depois de dois anos de pandemia, é hora de enfrentar outro problema global: já não basta conservar o planeta, vai ser preciso restaurar ecossistemas. Para este desafio enorme e diverso, o WWF-Brasil e a Quero na Escola lançam neste dia 26 de janeiro a 1ª edição da Restaura Natureza – Olimpíada Brasileira de Restauração de Ecossistemas, uma competição colaborativa que parte das comunidades escolares para criar soluções, campanhas e ações tão diversas quanto as escolas do Brasil.

Clique aqui para participar da Restaura Natureza

A iniciativa é focada em estudantes do 7º ao 9º ano do Ensino Fundamental. A primeira fase é individual e online, com quizzes para os usuários testarem seus conhecimentos e perceberem como a restauração de ecossistemas vai muito além de plantar e envolve hábitos do cotidiano. Os participantes acumulam pontos com os testes e com o engajamento de amigos. Quem quiser concorrer na fase final terá que ir além e colocar a mão na massa – ou na terra.

“A restauração de ecossistemas é urgente e necessária. E ampliar processos integrados de regeneração natural é uma prioridade no combate à degradação da natureza e enfrentamos a crise climática”, afirma Thiago Belote, líder de restauração do WWF-Brasil. “É preciso restaurar a natureza e a nossa relação com ela. A Restaura Natureza nasce porque reconhecemos a importância da comunidade escolar como ponto de partida para a mudança da relação da sociedade com a natureza”, diz Gabriela Yamaguchi, diretora de Engajamento do WWF-Brasil. 

A segunda fase será aberta em 21 de fevereiro, quando os professores validarão as informações de seus estudantes e serão responsáveis pela formação de grupos de suas escolas públicas ou privadas. Estes grupos poderão fazer ações locais envolvendo plantio, tecnologia, engajamento ou o que mais a criatividade dos estudantes permitir. A Restaura Natureza traz 20 planos de ação para inspirar os jovens e a equipe do Quero na Escola estará a postos para dúvidas.

Estas ações poderão ser de plantio, uso de tecnologia, incidência política, campanhas de engajamento ou outras formas que a criatividade dos grupos permitirem. Todos os grupos que enviarem um relato de suas ações serão finalistas e concorrerão em duas categorias: Avaliação da Comissão Julgadora e Voto Popular, que valerão prêmios. 

No desenvolvimento da Restaura Natureza em 2021, foram consideradas as demandas da comunidade escolar, identificadas em um processo de escuta realizado pela Quero na Escola. “Ficou evidente que os professores sentem falta de um caminho para valorização do coletivo e das questões sociais. A Restaura Natura é esta ação que coloca a comunidade escolar no centro de um desafio urgente e positivo e, ao mesmo tempo, foi construída de forma híbrida e lúdica, para que ocorra mesmo durante a pandemia”, afirma Cinthia Rodrigues, cocriadora da Quero na Escola.

“A Restaura Natureza reconhece a complexidade de cada território e ambiente do Brasil. Aprendemos coletivamente com vários parceiras e parceiros que precisamos agir acolhendo a diversidade e fortalecendo as soluções locais. Em cada lugar, em cada cidadã e cidadão, uma ideia pode nascer diferente. Por isso o projeto começa agora, mas espera ampliar parcerias e identificar complementariedades com outras iniciativas, organizações, coletivos e atores da sociedade”, explica Gabriela Yamaguchi, do WWF-Brasil. 

A estudante que começou as ocupações em SP precisa de ajuda

Em novembro de 2015, os estudantes de São Paulo ocuparam suas escolas. Além de conseguir evitar o fechamento de quase 100 escolas, anunciado pelo governo do Estado de São Paulo, o movimento encheu muita gente de esperança. Foram semanas em que eles se organizaram para cozinhar, limpar, estudar o que queriam e receberam apoio de muitas pessoas. No ano seguinte, estudantes de vários estados também ocuparam suas escolas.

Seis anos depois, a protagonista da primeira ocupação é que está precisando de esperança. Pouca gente conhece os motivos que levaram o primeiro grupo de adolescentes a ter a coragem de não aceitar a decisão do governo. O Quero na Escola conta a história de Giovanna Fernandes Silva no livro “21 histórias de estudantes que mudaram a escola“.

Giovanna na época das ocupações de 2015

Giovanna era presidente do grêmio da Escola Estadual Diadema, em Diadema, e estudava no período noturno, que seria fechado segundo anúncio do Governo do Estado. Acontece que, já aos 16 anos, ela e os colegas vinham de uma realidade em que precisavam trabalhar de dia e não podiam se transferir para o diurno. Além disso, fazia um ano, desde a fundação do grêmio, que eles lutavam por melhorias para a escola. Tinham conseguido telar a quadra para poder jogar bola, tinham negociado abertura da biblioteca para o período noturno e chegaram a vender bala em farol para levantar recursos para uma reforma. Todo este trabalho seria inútil se o plano de fechamento fosse adiante.

Giovanna e os colegas escreveram pedindo à Secretaria de Educação que reconsiderasse e, quando não deu certo, ocuparam a escola. No dia seguinte, colegas de outras escolas aderiram. Eles se organizaram por semanas, incluindo Natal e Ano Novo até que em janeiro o então governador Geraldo Alckmin voltou atrás.

E por que destacamos esta história agora?

Giovanna hoje, aos 22 anos

Giovanna não foi só a liderança da primeira ocupação. Desde pequena, era bailarina e envolvida com projetos sociais de dança. Em 2016 lançou o projeto Era Uma Vez de ballet popular e ia conseguindo se manter até 2020, quando veio a pandemia e ela teve de parar. Foi trabalhar com telemarketing. Em 2021 perdeu o emprego, sofreu um assalto e acabou optando por se mudar para Praia Grande, onde está buscando uma oportunidade de trabalho. Ela diz que faz de tudo, nós torcemos que encontre algo na área de dança que tanto ama.

Decidimos então fazer uma campanha dupla por esta heroína tão pouco conhecida. Se alguém pode ajudá-la a se reerguer profissionalmente, pode entrar em contato com a gente em central@queronaescola.com.br. Enquanto isso, o valor integral das vendas do livro “21 histórias de estudantes que mudaram a escola” daqui até o Natal vão para ajudá-la (50 reais por livro).

A obra, idealizada para adolescentes, conta com histórias pouco conhecidas, como a da Giovanna, e famosas como Malala Youszafai, Greta Thumberg e Dorinal Nowill. As autoras, Cinthia Rodrigues e Luciana Alvarez, também criadoras do Quero na Escola, lançaram o livro como forma de inspirar estudantes a serem protagonistas e estão felizes com a chance de fazer dele um veículo para levar esperança a uma personagem tão inspiradora.

Apoiem comprando direto da Saíra Editorial neste link

Projeto em que professores têm atendimento emocional está de volta

O Quero na Escola e a Fundação SM relançam nesta quinta-feira o projeto Apoio Emocional que busca profissionais de saúde mental para atendimento gratuito a educadores de escolas públicas em todo Brasil. No ano 2 da epidemia de Covid-19 no Brasil, as professoras e professores seguem enfrentando incertezas, improvisos, medos e um número crescente de lutos.  

Para ajudá-los a lidar com suas angústias e orientá-los na acolhida aos estudantes, o projeto Apoio Emocional oferece aos professores as opções de escuta individual, rodas de conversa entre colegas ou com seus alunos e formação sobre como lidar com determinados problemas psicológicos. Todos os atendimentos serão virtuais, organizados pela equipe do Quero na Escola e com uso das plataformas que os profissionais voluntários e professores preferirem. 

A primeira edição atendeu 2 mil professores em 2020. Veja no vídeo abaixo depoimento de uma professora atendida e de uma psicóloga voluntária.

Nesta segunda edição o foco será nos traumas causados pelo prolongamento da pandemia e em como lidar com os próprios lutos e os dos estudantes. 

“Temos muito orgulho em apoiar um projeto que se mostrou tão necessário no ano passado, mobilizando tantos psicólogos e terapeutas, atingindo a tantos professores. Este ano, com o desafio de reabertura presencial das escolas em plena pandemia, acreditamos que a escuta de suas angústias e o acolhimento são fundamentais para dar o suporte emocional que os educadores necessitam”, afirma Mariana Franco, gerente da Fundação SM.

Para se cadastrar, tanto os educadores como os voluntários devem acessar queronaescola.com.br/apoioemocional

Campanha por livro sobre estudantes transformadores termina com sucesso

O livro “21 Histórias de estudantes que mudaram a escola” será impresso em abril com o apoio de mais de 300 pessoas e instituições que acompanham o Quero na Escola. A obra é uma coleção de casos reais de estudantes que mudaram suas escolas ou mesmo todo o sistema de ensino no Brasil e no mundo. O objetivo é dar representatividade aos estudantes que querem mudar algo em seus cotidianos escolares.

A primeira edição da obra conta com patrocínio do Instituto Olga Kos e do Instituto Unibanco. As autoras, Cinthia Rodrigues e Luciana Alvarez, ambas jornalistas e cocriadoras do Quero na Escola, doaram seu trabalho nesta primeira edição e todo o valor arrecadado com a campanha de financiamento coletivo será revertido para a Associação Quero na Escola. Além disso, todos os doadores receberão ao menos um exemplar do livro.

Também serão doados 120 exemplares para escolas, professores e estudantes interessados. Quem quiser estar entre os beneficiados pode se cadastrar neste formulário. O envio estará disponível ainda em abril caso um educador ou educadora já queira usar o livro. Um dos critérios de seleção será a ordem de inscrição.

Cada história de “21 Histórias de estudantes que mudaram a escola” conta a transformação que o estudante conseguiu, qual era o problema com que lidava e quais resultados obteve. Os textos são pensados para adolescentes a partir de 12 anos. Cada capítulo é acompanhados de uma ilustração exclusiva que destaca os protagonistas e de mais informações sobre o tema que moveu aqueles estudantes.

Durante a campanha, algumas matérias sobre o livro foram publicadas:

A Associação Quero na Escola agradece a cada um dos apoiadores – que em breve terão também seus nomes em agradecimento publicado aqui – e a todos os parceiros. Vivemos tempos especialmente difíceis e contar com a ajuda desta rede é fundamental para seguirmos com nosso trabalho.

Quero na Escola lança livro com estudantes que transformaram a escola

A Associação Quero na Escola está lançando a coletânea 21 Histórias de estudantes que mudaram a escola. São todas histórias reais, de adolescentes que conseguiram de alguma forma transformar sua própria escola e, às vezes, até mesmo o sistema educacional. Pessoas de carne e osso, que ainda muitos novas precisaram lutar para ter acesso à educação ou melhorar a educação que eles e seus colegas recebiam. 

No livro há casos mundialmente famosos, como Malala Yousafzai, que lutou pelo direito das meninas estudarem, e Greta Thunberg que se tornou a maior voz contra o aquecimento global ao escolher faltar às aulas. Mas há também histórias emocionantes de muitos outros jovens incríveis, que nunca ganharam os holofotes. São histórias que merecem ser conhecidas por todos. 

Após anos de incentivo ao protagonismo aos alunos, as responsáveis pelo Quero na Escola percebem que muitas vezes os estudantes não se vêem como capazes de sugerir mudanças na educação. “A escola parece para eles um sistema estático, com regras que só os adultos podem mexer. As 21 narrativas do livro mostram que a verdade é bem diferente: os alunos têm sim grande poder”, diz Cinthia Rodrigues, uma das autoras. 

“Reunir em um livro histórias de conquistas educacionais promovidas pelos adolescentes – e não pelos governos, estudiosos ou professores – colabora para o grande esforço da atualidade de colocar os alunos no centro do processo de ensino-aprendizagem. Queremos que essa centralidade seja plena”, afirma Luciana Alvarez, outra das autoras. 

O livro tem projeto gráfico e ilustrações de Fernanda Ozilak e coedição da Saíra Editorial. Quem quiser receber um exemplar, pode contribuir no financiamento coletivo com valores a partir de R$50. Tudo o que for arrecadado vai ajudar a manter o trabalho da ONG. Além disso, estudantes de escolas públicas que desejam receber um exemplar podem se cadastrar aqui, pois uma das modalidades de apoio inclui enviar um livro para um estudante de escola pública que deseja receber a obra.

Sinopse

Uma outra narrativa sobre a educação. Histórias de estudantes do Brasil e do mundo que todo educando deveria conhecer, para se reconhecer como protagonista na escola. Alguns personagens são mundialmente famosos, como Malala Yousafzai, que lutou pelo direito das meninas estudarem e Greta Thunberg que se tornou a maior voz contra o aquecimento global. Há outros menos conhecidos, mas que alcançaram resultados impressionantes, como Mohamad al Jounde, que construiu uma escola em um campo de refugiados, a brasileira Dorina Nowill, que incluiu os cegos na escola, e Juliana dos Santos Santana, que lutou pela educação indígena.

Apoio

A primeira edição da obra tem apoio do Instituto Unibanco e do Instituto Olga Kos. Pessoas físicas e outras instituições que queiram ajudar o livro a ser conhecido – e com isso a Quero na Escola – terão como recompensa o próprio livro e kits que estão disponíveis na plataforma catarse.me/21estudantes . Quem desejar também pode fazer o apoio diretamente a Quero na Escola por Pix pelo CNPJ 27.140.336/0001-06.

Apoio Emocional terá webinário na semana dos professores

Evento ocorrerá nos dias 13 e 15 de outubro e trará professoras e profissionais de saúde mental para falar das angústias dos educadores neste período

Desde julho, o Quero na Escola e a Fundação SM promovem o Apoio Emocional, projeto que conecta profissionais voluntários de saúde emocional a educadores. Neste último mês, além dos atendimento, vamos realizar duas rodas de conversa com participantes para falar de questões comuns como falta de controle, invisibilidade, frustrações e dificuldades em manter o vínculo.

Serão dois encontros sempre com professoras que receberam apoio e profissionais que fizeram as escutas e conheceram as aflições dos educadores durante a pandemia.

Webinário dia 13

O primeiro ocorrerá no dia 13, às 17h, e terá como tema “Como lidar com controles e descontroles?”. Participarão a professora Gabriela Santos e a psicóloga Lia Gonsales com mediação da diretora da Fundação SM,  Pilar Lacerda.

No segundo encontro, no dia 15 de outubro, também às 17h, as participantes são a professora Marcia Seraphim e a psicóloga Raíssa Viviani com o tema “Como buscar o vínculo em situações adversas?”. A mediação será da cocriadora do Quero na Escola, Cinthia Rodrigues.

Webinário dia 15

A transmissão ocorre tanto pelo Facebook quanto pelo Youtube do Quero na Escola. Siga estes canais para receber o aviso de início do evento e reserve a data para conversarmos sobre Apoio Emocional.

Paralelamente, os encontros entre psicólogos e professores continuam sendo agendados individualmente e em pequenos grupos com seus colegas de escola ou roda de alunos. Profissionais de saúde mental interessados em ajudar têm até 15 de outubro, dia dos professores, para realizar a inscrição como voluntários (acesse).

Mais de mil atendimentos foram realizados em três meses de projeto, 200 deles individualmente e o restante em rodas de conversa com os alunos ou em formação coletiva de professores.

Campanha conecta quem tem livro parado a estudante que precisa ler

Junto com as escolas, também estão fechadas as bibliotecas, as salas de leitura e os livros. Muitos estudantes de escolas públicas precisam de determinada obra para estudar, inclusive para o vestibular, ou mesmo para se distrair durante a pandemia.

CONSULTE A TABELA DE LIVROS E DOE UM

A partir de hoje, se você é estudante e precisa de um livro que não tem, pode pedir aqui. Na outra ponta, se você tem parado em casa um livro que um aluno precisa ou mesmo quer comprar e enviar para um estudante direto da loja, pode escolher um para doar aqui.

Sabemos que há obras que estão disponíveis gratuitamente online, principalmente as de domínio público.  Vamos inclusive compartilhá-las com os estudantes. Ocorre que nem sempre são os livros que os estudantes precisam, inclusive livros obrigatórios em grandes vestibulares. Além disso, achamos que o livro presenteado nas mãos do estudante atende a mais objetivos do que apenas o conteúdo: mostra empatia com os jovens que estão sem escola para evitar a propagação do vírus.

Quer um livro? 
Quer doar um livro?

 

Quero na Escola faz encontros virtuais durante epidemia de coronavírus

Durante o enfrentamento à epidemia de coronavírus, o Quero na Escola mudou. As escolas públicas fechadas e a responsabilidade nos impõe o distanciamento físico, mas não o isolamento. Vamos usar as redes sociais para promover encontros virtuais em que voluntários atendam à demanda de estudantes de escolas públicas. Seguiremos nos pautando no protagonismo dos alunos e pretendemos contribuir para que se sintam apoiados, ainda que à distância.

As atividades têm transmissão ao vivo pelo nosso Facebook para que outros estudantes, de qualquer parte do país, possam acompanhar e interagir.

As ações começaram no dia 23 de março. Você pode ver todos os vídeos do que já ocorreu aqui

Lamentamos este momento em que não podemos facilitar o encontro dentro das escolas públicas porque acreditamos que as visitas de voluntários presencialmente são fundamentais para construir uma nova relação entre escola e sociedade. Voltaremos a elas assim que possível. Enquanto isso, apostamos no virtual não apenas para fortalecer o protagonismo dos estudantes e buscar voluntários que possam contribuir, mas para manter e fortalecer as relações sociais que nos ajudarão a enfrentar o distanciamento físico.

Compartilhem com estudantes e educadores. Sigamos distantes fisicamente, porém juntos no propósito de tornar a educação uma pauta de toda a sociedade.

Para novos pedidos e inscrições, o site queronaescola.com.br permanece aberto.
Dúvidas: central@queronaescola.com.br ou pela sua rede social preferida.