Voluntários? Presentes! Feliz Dia dos Professores

Hoje é dia de celebrar e também de refletir. Neste 15 de outubro, Dia dos Professores, mostramos um pouco do que já teve na “festa” de mês inteiro que é o Quero na Escola Especial Professor – nossa parceria com a Fundação SM para os educadores pedirem colaboração. Nesta primeira quinzena, 22 atividades foram realizadas em nove cidades dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina. Mudas foram plantadas, muitas histórias contadas, muro pintado, sorrisos espalhados, mas também houve muita conversa séria, afinal educação também inclui temas difíceis e profundos.

A arte, uma das maneiras mais efetivas de tratar de qualquer assunto, foi um dos principais recursos usados até aqui. Em cinco encontros houve Contação de Histórias. Em um deles, em Almirante Tamandaré, Paraná, na CEI Branca de Neve, a voluntária Lilian Ribeiro contou uma história sobre uma árvore de livros e deixou acessórios para que a escola construa a sua árvore com os estudantes. Em outro, no interior de São Paulo, em Valinhos, a Emeb Luiz Antoniazzi recebeu a voluntária Eliane de Oliveira de Alcantara transformada na palhaça Lilica para curtir com os pequenos.

Em Santa Catarina, o recado ficou no muro da escola. A voluntária Monique Cavalcanti, com sua filha a tira colo, atendeu ao pedido da coordenadora Gisele Bastos Sidronio de Freitas da Escola Básica Henrique Veras e grafitou o alfabeto em Libras no  fundo da quadra.

Outra linguagem que apareceu bastante foi o Podcast que teve duas ações diferentes, uma com Isabel Wittmann e outra com Felipe Caldo, ambas na Escola Estadual Cyrene de Oliveira Laet, de São Paulo. Houve ainda mão na terra e construção de hortas.

E o que não poderia faltar em uma celebração? Música! A voluntária Vanessa Elias levou instrumentos para a escola Graciliano Ramos e colocou os alunos em roda em Osasco, Grande São Paulo.

Emoções, corpo e filosofia

Também em São Paulo, a diretora Simone dos Santos Bagnato elogiou muito a voluntária Irene Reis que falou de competências socioemocionais na educação e Base Nacional Curricular “Os professores se envolveram, foi muito produtivo e enriquecedor.” Outro tema que envolve as competências socioemocionais foi Comunicação Não-Violenta que aconteceu na escola Leda Guimarães, de São Paulo, a pedido do professor Marcio Melo. Além de colocar os educadores em grupos para dialogar sobre os conceitos dessa comunicação, Marcelo Akamine e Luiz Eduardo fizeram experiências práticas.

Em Guarulhos, grande São Paulo, uma ação prática sobre Xadrez (assista a vídeo) também envolveu filosofia. Na mesma cidade, o voluntário Carlos Leandro Firmo falou sobre Animais Peçonhentos na escola estadual João Luiz de Godoy e a enfermeira Marlene Goya Loterio fez uma demonstração, inclusive com um aluno. Em outra escola, ela falou sobre Gravidez na Adolescência.

Em duas escolas o tema foi a epidemia de Depressão na adolescência. Na escola estadual Agostino Cano, o psicólogo Fernando Batista conversou com jovens e professores sobre o assunto. Na escola estadual, Luis Borges,  a psicóloga Katia Bautheney, conduziu atividade sobre o tema.

Em Mogi Mirim, houve ainda explicações sobre Puberdade, Sexualidade e Anatomia do corpo humano com a psicóloga e educadora Mariana Imbruniz Casagrande. Com cartolina e revistas, ela ajudou os estudantes a se expressarem sobre o assunto. “Começaram tímidos, mas se soltaram. Faltou tempo, mas eu vou voltar pra terminar. Adorei”, comentou a voluntária.

O estado do Rio de Janeiro recebeu ações sobre palestra motivacional para os professores nas cidades de Niterói e Duque de Caxias com o voluntário David Barboza da Silva.

Para nós do Quero na Escola o maior presente neste Dia dos Professores é esta presença dos voluntários, valorizando o trabalho dos professores e ouvindo suas demandas por fazer ainda mais por seus alunos. Feliz Dia dos Professores!

 

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Voluntário de xadrez fala das regras e da filosofia do jogo

A diretora Sheila Monteiro Ferreira queria ajuda para que seus alunos aprendessem xadrez e recorreu ao Quero na Escola Especial Professor – nossa parceria com a Fundação SM para dar presença no mês dos professores – para convidar alguém a ensinar na Escola Estadual Louis Braille, em Guarulhos. Ela e o professor de matemática, Phellipe Guimarães Santos, pensavam em começar um campeonato para aumentar a concentração dos alunos. Deu certo, os jovens se concentraram, mas também refletiram sobre filosofia política.

O voluntário, Celso Francisco, se voluntariou para ajudar porque conhece muito as regras do jogo, levou livros e ensinou as regras, mas ele também é professor de Filosofia e acabou falando da representatividade no tabuleiro. “Tem o poder absoluto do rei, a ambição da rainha, o poder eclesiástico do clero na figura dos bispos, a força da cavalaria, a fortaleza das torres, e a plebe, representada pelos peões, que vão para morrer na frente”, comenta. A diretora aprovou. “Os alunos gostaram muito, interagiram bastante e saíram jogando.” Assista:

 

Nove pedidos inéditos do Especial Professor: você pode colaborar?

Por Natália Sierpinski 

Uma das principais diferenças do Quero na Escola para a maioria dos projetos é que parte do caminho inverso: primeiro vem a demanda de dentro da escola e depois buscamos por colaboradores para atender. Assim, não existe um “cardápio” de temas ou algum limitador para o envio dos pedidos, só não pode ser uma disciplina obrigatória que já existe no currículo regular. O resultado é uma renovação dos temas a cada temporada, que pode ser vista agora no Quero na Escola Especial Professor, parceria com a Fundação SM em que é a vez dos educadores dizerem que colaboração querem de presente em outubro, mês dos professores. 

Entre mais de 200 demandas, tivemos vários pedidos inéditos, que reforçam o quanto é importante a liberdade de escolha e o convite a refletir sobre as necessidades de cada um. Assuntos de outros anos, desta vez ficaram de lado, assim como oficina de Stop Motion de repente parece uma prioridade. Confira abaixo nove pedidos em seis estados, que apareceram pela primeira vez nesta 4ª edição do Especial Professor e ainda aguardam voluntários. Quem sabe você pode ajudar a dar colaboração de presente a um educador neste mês dos professores:

São Paulo 

Criação de Podcast
Escola: Emeb Luiz Antoniazzi
Cidade: Valinhos
Professora quer orientação teórica e prática básica sobre a produção de conteúdos para podcast. Link para conferir endereço e/ou se inscrever: https://queronaescola.com.br/escola/199851/

Educação no trânsito no ensino infantil
Escola: Emei Alberto Mendes Júnior
Cidade: São Paulo
A escola está com um projeto voltado ao trânsito e busca voluntário para tratar desse tema de maneira lúdica com alunos entre 04 a 05 anos.
Link para conferir endereço e/ou se inscrever: https://queronaescola.com.br/escola/185944/

Tema: Neurolinguística
Escola EE João Luiz de Godoy Moreira
Cidade: Guarulhos
Professora busca saber mais sobre neurolinguística e sua relação com o processo de aprendizagem, compreensão e produção de conhecimento no mundo. Link para conferir endereço e/ou se inscrever: https://queronaescola.com.br/escola/210283/

Elaboração de Horta Vertical
Escola: Cemeb Vinicius de Moraes
Cidade: Itapevi
Professor pede ajuda para construir uma horta vertical com garrafas PET. Parece trivia, mas na primeira tentativa, sem orientação, não foram bem-sucedidos. Link para conferir endereço e/ou se inscrever: https://queronaescola.com.br/escola/194924/

Bahia

Tema: Oficina de Stop Motion para professores
Escola: São Pedro Nolasco
Cidade: Salvador
Educadora quer oficina para ensinar os professores a criarem vídeos com animações usando massa de modelar. Link para conferir endereço e/ou se inscrever: https://queronaescola.com.br/escola/91639/

Paraná  

Tema: Como são as escolas australianas?
Escola: Julia Amaral di Lenna
Cidade: Curitiba
Escola está comemorando 50 anos neste ano, e cada turma está estudando as escolas de um país. A professora que se inscreveu no projeto está estudando escolas australianas, fizeram uma entrevista com uma moça que morou na Austrália e gostariam de saber mais do assunto. Link para conferir endereço e/ou se inscrever: https://queronaescola.com.br/escola/215800/

Minas Gerais 

Tema: Como criar uma fanfarra escolar 

Escola: EE Maria de Salles Ferreira
Cidade: Contagem
Escola tem instrumentos que foram doados, mas não tem quem possa ensinar os alunos a tocar. Link para conferir endereço e/ou se inscrever: https://queronaescola.com.br/escola/167909/

Espírito Santo
Tema: Oficina de stop motion para professores
Escola: EEEFM – Dylio Penedo
Cidade:  Aracruz
Educadora quer oficina para ensinar os professores a criarem vídeos com animações usando massa de modelar. Os estudantes manifestaram este interesse e a escola não possui nenhum professor com esse repertório. Link para conferir endereço e/ou se inscrever: https://queronaescola.com.br/escola/137221/

Goiás 

Tema: Metamorfose das borboletas
Escola: CMEI Comunidade Legal
Cidade: Aparecida de Goiânia
Educadora gostaria de uma palestra com um(a) agrônomo(a) ou um(a) biólogo(a) sobre a metamorfose das borboletas. Link para conferir endereço e/ou se inscrever: https://queronaescola.com.br/escola/10056/

 

Se você pode ajudar em algum pedido, faça a inscrição que vamos conversar a partir dos seus dados. Qualquer dúvida também é possível entrar em contato

Não entende destes assuntos? Você pode ajudar compartilhando, é assim que vamos encontrar uma pessoa que possa ir até as escolas. Para conferir todos os pedidos do Quero na Escola Especial Professor clique aqui. 

Abertas as inscrições do Quero na Escola Especial Professor 2019

A partir desta segunda-feira, 29 de julho, estão abertas as inscrições para o Quero na Escola Especial Professor 2019, realizado em parceria com a Fundação SM. Durante a ação, os educadores podem dizer que voluntários querem em sua escola para ensinar algo ou colaborar em uma atividade. Vamos compartilhar os pedidos e buscar voluntários para atender às demandas em outubro, mês dos professores.

Esta é a quarta edição do projeto. A cada ano dezenas de educadores recebem voluntários em suas escolas. Já houve aulas de informática e edição de vídeos para professores, atividade de relaxamento, palestras com especialistas e também atividades que os mestres pediram para seus estudantes, como aulas de teatro, fotografia e apresentações. As inscrições vão até 10 de setembro.

Assista ao depoimento de dois professores parceiros:

Qualquer educador de escola pública pode se inscrever em queronaescola.com.br/professor. Os pedidos serão publicados em nossas redes e estarão no site, para consulta pelo mapa ou por assunto para que pessoas que entendem do assunto e querem colaborar enviem suas propostas. A partir da chegada dos voluntários, a equipe do Quero na Escola entra em contato com o professor e a gestão da escola para agendar a atividade.

 

Amor por livros leva voluntárias do Paraná a Minas Gerais

Ao ver pedido de professora mineira para a criação de um espaço para leitura em sua escola, empresária do Paraná viajou mais de 800 kms para ajudar

Por Luciana Alvarez

Professora de português há 20 anos, Maria Ilza Melo se esforça diariamente para envolver seus alunos, fazer com que eles aprendam o máximo. “Sou funcionária pública e estou a serviço do meu cargo. Gosto de desafios, dou sempre o melhor de mim”. Foi por isso que ela pediu recentemente transferência para a escola estadual Antônio Carlos de Carvalho, em Bom Sucesso, Minas Gerais, uma unidade mais afastada do centro e num bairro mais pobre. “Quando cheguei na escola senti que precisava resgatar a autoestima dos alunos, dar a eles a esperança de alçar voos maiores”, conta. Para isso, teve a ideia de fazer um projeto que uniria sua paixão pela literatura com a revitalização de um espaço da escola. “A escola tem uma amoreira sete-copas linda, num espaço vazio, pouco usado. Transformar aquele lugar numa área de leitura iria valorizar a escola e a literatura. Meu objetivo logo ficou claro, mas não sabia como fazer, por onde começar”, conta.

Pedido feito no Quero na Escola Especial Professor

Quando era criança, Lilian Camargo não tinha livros em casa. Nem sequer material escolar. “Comecei a trabalhar com 12 anos para poder comprar cadernos e livros da escola. E foi por causa de um teatro de uma aula de história que me apaixonei pela escrita”, recorda-se. Mas pela necessidade de trabalhar, os livros foram deixados de lado por longos anos. “Voltei a estudar depois de muito tempo. Comecei Direito, mas quando meu filho nasceu, percebi que meu lugar era na pedagogia”, diz. Foi então que resgatou seu envolvimento com a escrita e a admiração pelos professores. “Tive mestres maravilhosos, que me mostraram novos caminhos muito além das questões acadêmicas”. Lilian hoje tem uma empresa na área de TI, mas dedica-se também a um projeto de promoção de leitura e escrita, chamado Linhas – e está lançando seu primeiro livro infantil. “Tenho a esperança de que um dia todas as escolas do Brasil terão boas bibliotecas – e que todas as crianças vão ler”.

As linhas dos destinos de Maria Ilza e Lilian se cruzaram em outubro, mês do professor. Maria Ilza cadastrou seu pedido no site do Quero na Escola – Especial Professor, projeto em parceria com a Fundação SM. Ao ler o pedido, Lilian soube que daria um jeito de ajudar. “Acompanho sempre os pedidos no Quero na Escola. Na história do meu livro, a vovó Mel tem uma casinha de madeira, embaixo de uma árvore, onde ela todos os dias reúne as crianças para contar histórias. Quando li que uma professora queria transformar um espaço embaixo de uma árvore numa área de leitura, meu coração amoleceu. Falei pra mim mesma: tenho que ir para lá”.

Lilian encomendou a um marceneiro de Minas a confecção de uma casinha de madeira para ficar sob a árvore. Também mobilizou o grafiteiro João Lucas Teixeira, que voluntariamente fez uma obra no muro próximo à árvore. “O trabalho não é só meu. Tem uma professora que já tem um projeto de leitura, uma comunidade escolar super envolvida. Fui dar uma forcinha”, diz Lilian, para quem a visita à escola Antônio Carlos foi emocionante. “A escola inteira se preparou para nos receber. A diretora fez um poema! Chorei várias vezes aquele dia”. E ela já tem planos de voltar.

Na escola de Bom Sucesso, o trabalho está só começando. “Os alunos ficaram muito empolgados com o grafite, em ver como se faz. Queremos agora organizar uma oficina, para que nossos próprios alunos complementem os desenhos em toda a extensão do muro”, conta Maria Ilza. A casinha de madeira também vai receber uma pintura especial para resistir à chuva e, assim, durar muitos anos. “Vai ser nosso ponto de encontro para aulas de leitura, declamações de poesias, apresentações de teatro”, planeja a professora. “Com essa ajuda, avançamos uns dez passos. E vamos seguir em frente”.

A ideia é que os alunos da Antônio Carlos se interessem pela escrita e produzam um livro coletivamente, tornando-se parte de uma comunidade de jovens escritores de todo o país, que começa a ser organizada por Lilian. “É um projeto de longo prazo. Queremos ver nossos alunos crescendo, sendo protagonistas de suas histórias”, afirma Maria Ilza.

Para Lilian, a intenção é ver alunos de vários estados do Brasil escrevendo seus livros. “Tenho contato de uma escola no Pará que está interessada, mas ainda preciso de patrocínio para ir até lá”, conta. Ano passado, Lilian também participou do Quero na Escola, arrecadando livros para uma escola de Castro, no Paraná. “Visitei o local recentemente e vi que toda a comunidade está se interessando pela leitura. Estou fazendo mais um esforço de arrecadação de livros, agora com o foco em obras para adolescentes”.

A voluntária diz que ela ganha e aprende muito em cada uma das ações que realiza. “Sinto que estou participando de algo muito maior. Ao me juntar a esses, ficamos todos mais fortes”, afirma.

Duas atividades diferentes valorizaram a afrodescendência em escolas de Guarulhos

Por Natália Sierpinski 

Dois pedidos de educadores de escolas escolas públicas em Guarulhos, na Grande São Paulo, foram atendidos pelo Quero na Escola Especial Professor, nossa parceria com a Fundação SM esta semana. Um deles era por debate sobre o Racismo e outro por atividade com Danças Africanas.

A professora Ingrid Vanuci Espindola da Escola Estadual Maria Angélica Soave é autora do pedido por Danças Africanas, que foi atendido pelo voluntário Wellington Souza Santos, professor de ritmo corporal. A própria autora do pedido convidou o voluntário, que já havia feito atividades nessa escola anos antes, e ele retornou. 

Foram realizados dois dias de atividades.  “Foi enriquecedor e agregou muito ao meu projeto” ,comentou a professora. Wellington comentou que pode perceber diversas superações entre as atividades dos alunos, comparando o primeiro encontro com o segundo.

Já pela Escola Estadual Idalina Ladeira Ferreira o pedido foi da professora Vivianne de Mendonça por debate sobre Racimo e Consciência Negra que foi atendido por Guilherme Augusto Araújo da Silva, estudante de Direito, que já estava há algum tempo planejando participar de alguma ação como voluntário: “Tinha, e ainda tenho, isso como um dos meus projetos de vida. Antes estava apenas anotado no meu bloco de notas e quando vi essa oportunidade pra falar sobre esses assuntos, achei muito interessante.”

A atividade também contou com os voluntários Marcio da Silva Ferreira e Pedro Henrique Amoedo Nunes, que acompanharam o amigo e complementaram a ação. Foram apresentados vídeos e debateram de forma dialógica e didática. Para a professora Viviane foi um grande ganho para a escola. “Todos os alunos e professores adoraram”, diz. Os voluntários também moram em Guarulhos e que já comentaram de fazer novas ações para o ano que vem.

Em ambas atividades de valorização da afrodescendência, foi iniciada uma parceria dos voluntários com a escola, um dos grandes objetivos do Quero na Escola

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Que sinal é este que fazem com as mãos?

Por Natália Sierpinski

Veja o símbolo que os jovens estão fazendo na foto acima. É uma lhama? É um cachorro? Não! É uma raposa! Ela representa o símbolo da comunicação e do diálogo: orelhas abertas e boca fechada, indicando o momento de respeitar a fala do outro. Esse foi um dos momentos da atividade de Comunicação Não-Violenta que aconteceu na ETEC CEPAM, na Cidade Universitária, em São Paulo, pelo Quero na Escola Especial Professor, nossa parceria com a Fundação SM.

A pedido do professor Alexandre Piero, o idealizador do projeto Colibri, Sérgio Luciano se voluntariou e levou questões sobre o tema a partir do jogo Grok, que trabalha a comunicação não-violenta e a empatia. O time de voluntários contou ainda com os facilitadores Tales Gubes, Grace Deckers, Thayna Meirelles Santos, Renan Galvão de Carvalho e Marina de Martino Roberto.

No final da atividade, os voluntários doaram três unidades do Jogo Grok para a biblioteca da escola, para que possam continuar esse desafio e praticar a empatia. “O caminho que começamos aqui não se encerra aqui, não é um exercício de um dia que muda nossa percepção de uma hora para outra, por isso vou deixar o jogo para que sempre que vocês queiram recorrer a esse exercício de empatia vocês possam acessar”, concluiu Luciano.

Que tema para o momento, não? E ainda há pedidos de professores que aguardam inscrição de voluntários no Quero na Escola Especial Professor, passa lá e veja se você não pode ajudar.

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Escolas públicas recebem mais 12 presentes pelo Especial Professor

Esta semana houve presentes pelo mês dos professores em Minas Gerais (Esmeraldas), Rio de Janeiro (Magé), Bahia (Salvador) e São Paulo (Mogi das Cruzes, Guarulhos, Osasco, Jundiaí, Diadema e Capital). Foram 12 atividades promovidas por voluntários do Quero na Escola Especial Professor, nossa parceria com a Fundação SM.

Sete foram realizadas para os próprios educadores e cinco foram voltadas para alunos. Nas atividades dos professores, a formação docente foi o foco. Tivemos arte-educação, mediação cultural e a tecnologia na educação apareceu duas vezes, com uma atividade sobre formação em tecnologia e outra sobre como lidar com os jovens nativos digitais na sala de aula.

Além disso, houve uma palestra motivacional, uma aula de relaxamento, em que os professores sentaram no chão, e um grafite feito a pedido de vice-diretora.

Também teve atendimento a estudante a pedido dos educadores. Os temas foram bullying e ciberbullying, mercado de trabalho, direitos humanos e depressão na adolescência.

Contando com as quatro atividades que ocorreram já nos últimos dias de setembro, já são 16 atendimentos a pedidos por colaboração da sociedade dentro das escolas públicas, só pelo Quero na Escola Especial Professor.

O mês do professor está apenas começando e o Quero na Escola ainda vai estar presente em diversas outras escolas públicas do país. Quer participar? Ainda dá tempo de ser voluntário, confira os pedidos! 

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Começam as atividades do Quero na Escola Especial Professor 2018

O mês dos professores começa só hoje, mas o Quero na Escola Especial Professor já levou aos educadores os primeiros presentes. Na semana passada, atendendo a pedidos dos mestres, tivemos atividades para professores e para alunos sobre educação inclusiva, histórias em quadrinhos e criação de jogos, além de uma palestra motivacional.

O Quero na Escola Especial Professor, projeto em parceria com a Fundação SM em que os educadores podem dizer quem gostariam de receber em sua escola, tem os encontros agendados para outubro, como um presente aos educadores – mas por uma questão de agenda, alguns encontros foram adiantados.

A primeira atividade foi sobre educação inclusiva na Escola Estadual Daniel Paulo Verano Pontes, no bairro do Rio Pequeno, na capital paulistana a pedido da professora Márcia Cristina dos Santos Ribacionka. Presente por lá, esteve a psicóloga Raissa Viviani, que tem mestrado em Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem.  A atividade contou com muitos professores e muita participação e trocas.

Em Mogi das Cruzes, Grande São Paulo, foram dois dias de criação de jogos com a voluntária Raquel de Castro Dantas Cavalcante Neris na Escola Estadual Helena Urbano Nagib. “Eles colocaram muito a mão na massa” contou Raquel, explicando que no final do processo os professores tinham construído seu próprio jogo e pretendem continuar na construção com a escola. Raquel é mestranda da USP com um projeto sobre educação financeira a partir dos jogos e da educomunicação.

Já Marco Aurélio Loureiro viajou de Ibiúna para estar presente para outros professores, também de Mogi das Cruzes,  em uma atividade motivacional na Escola Estadual Maria Isabel dos Santos Mello. A educadora que fez este pedido, Monica Salti, disse que foi muito oportuna. Marco é fundador do Instituto Loureiro e já havia feito esse tipo de atividade no começo ano com um pedido de aluno.

Também tivemos atividade para os alunos. O diretor da Escola Municipal Luiz David Sobrinho, Fábio Rogério Nepomuceno, pediu atividade sobre histórias em quadrinhos e foi atendido pela quadrinista Renata de Camargo Barros Lazzarini, que produz quadrinhos desde 2012 e possui grande repertório sobre o assunto.

Isso tudo foi apenas o começo! Outubro chegou e vai ser um mês com muitas trocas e ações para os professores. Ainda dá tempo de ser voluntário: confira os pedidos! 

No mês dos professores o nosso presente é presença!

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Começa hoje o Quero na Escola Especial Professor 2018

O Quero na Escola e a Fundação SM lançam hoje, 24 de julho, a terceira edição do Quero na Escola Especial Professor, projeto que leva voluntários às escolas públicas a pedido dos educadores. Qualquer professor pode dizer quem gostaria de receber em sua própria escola para participar de um projeto existente ou colaborar com algum conhecimento que seja desejado para a equipe ou para os alunos.

Para se inscrever, os professores devem entrar em queronaescola.com.br/professor e dizer que assunto ou tipo de especialista querem. Pode ser alguém para ensinar a mexer em algum programa, dar uma aula de yoga e relaxamento ou levar uma atividade que a escola não costuma ter para os alunos.


Após as inscrições dos educadores, quem quer dar sua contribuição com a educação pública tem um mapa claro de como e onde ajudar. As participações serão organizadas pela equipe do Quero na Escola para outubro para que, no mês dos professores, a sociedade possa presenteá-los com participação ativa.

O Quero na Escola regularmente conecta sociedade e escola a partir de pedidos dos estudantes para estimular o protagonismo dos jovens. Esta ação continua no queronaescola.com.br, porém entre julho e setembro, os professores que também querem aprender algo ou têm ideias de quem poderia ajudar em uma educação mais plural, podem se inscrever diretamente.

Esta é a terceira vez que o Quero na Escola e a Fundação SM promovem esta integração. Nas duas primeiras edições mais de 40 ações foram realizadas incluindo oficinas de mediação de conflito, edição de vídeo, jogos teatrais, aulas de excel, apresentações culturais e até a visita de um Lobo Mau.

E você, professor, gostaria que alguém o ajudasse em sua escola? Inscreva-se: queronaescola.com.br/professor